“Quando eu era criança pequena em…” (*)

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APRESENTAÇÃO:

A partir de hoje, estará colaborando com o site o Jornalista SÉRGIO BARBOSA, “Ourinhense” e  residente em Adamantina desde 1.999. Seus artigos serão publicados todas as quartas-feiras.

Barbosa é diplomado em JORNALISMO com Mestrado em Ciências da Religião, professor universitário na UNIFAI-Centro Universitário de Adamantina-SP, autor de mais de 2.000 Artigos publicados em jornais, revistas e sites na Região da “Nova” Alta Paulista.

Ainda, desenvolveu atividades como PESQUISADOR-COLABORADOR junto a CÁTEDRA UNESCO/METODISTA DE COMUNICAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL (1998-2018), além da participação em projetos nas Áreas Acadêmica e Profissional.

Cursou o PRIMÁRIO no GRUPO ESCOLAR “PROFA. ESMERAL SOARES FERRAZ” (1964-1.967); GINASIAL no GINÁSIO INDUSTRIAL ESTADUAL “PROFA. JOSEFA NAVARRO LEMOS” (1.969-1.973) e o COLEGIAL no COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL ESTADUAL (1.974-1.977).

Pretende colaborar com A GAZETA por meio de Artigos e Crônicas dos seus velhos e bons tempos em Ourinhos…

 

Depois de muito meditar, acredito que encontrei uma introdução mais do que interessante para as minhas crônicas ourinhenses, porém, diga-se de passagem, que se trata de um “plágio” de um dos muitos personagens da “Escolinha do Professor Raimundo”, ou seja, o “Josenildo Barbacena”…

Se bem que lembro aqui com os meus botões, se bem que faz anos e anos que não uso mais camisas com tais apetrechos de segurança, mas, voltando ao personagem “Josenildo Barbacena”, quando questionado com alguma pergunta pelo Mestre, respondia da seguinte forma, a saber: “Quando eu era criança pequena em Barbacena…” e por aí o diálogo seguia o seu curso para este ou aquele lado…

Desta forma, todas as vezes que a pauta das crônicas postadas tiver a ver com os bons e velhos tempo em Ourinhos, interior paulista, pretendo iniciar a “Crônica” com a frase: “Quando eu era criança pequena em Ourinhos…”

Assim, cada qual com suas recordações aqui ou ali, ainda, lembranças, no meu caso em especial, procuro trazer algumas “vagas lembranças” sobre esse tempo que não volta nunca mais…

Mesmo assim, cada pessoa tem mais que ficar com suas recordações do outro tempo para este tempo novo tempo, todavia, entendo que apenas as “boas recordações” devem permanecer, entretanto, as ditas “más recordações” podem e devem servir como lição para o presente e assim por diante…

No meu caso, posso registrar sem “medo de ser feliz” que as “boas recordações” superam o outro lado de um jeito ou de outro, haja vista que a memória nem sempre registra tudo frente aos fatos que naquele tempo fizeram parte do tempo do meu tempo…

Tais desencontros fazem parte daquele cenário que ficou para trás e de vez em quando volta ao presente como se fosse alguma coisa que deve ser lembrada e vamos que vamos para muitas recordações em terras ourinhenses…

Também, acredito que os fatos que serão narrados são questionáveis pelos personagens que serão citados apenas no primeiro nome ou “apelido” como sendo uma homenagem destes anos e anos que ficaram na memória dos/as mesmos/as…

Não pretendo nestas crônicas assumir como “dono da verdade”, mesmo por que o estiolo “crônica” permite uma redação mais de acordo com os acontecimentos daquele tempo, bem como, sempre é possível, usar e abusar da “terceira pessoa” para um olhar além daquele tempo do tempo…

NAUM SEI NAUM…

(*) Josenildo Barbacena/Escolinha do Prof. Raimundo/Chico Anysio)